A calmaria e o desespero

O novo eu. Por hoje.

Sabe aquele sujeito que,
Tem consciência do certo e não o faz?
É o mesmo que erra tentando fugir.
O que muitas vezes é incompreendido,
Porém não sabe compreender.
A calmaria e o desespero
Este sou eu. Agora.
Agora não mais.
O avesso dos ponteiros.
A calmaria e o desespero.

O erro lavado e explícito,
Mas que sabe reconhecer.
O que quer lutar pelo amor,
Mas não pela dor.

Este que julga sem poder,
Que é incondicional com o que não deve ser.
Cria limites onde há liberdade,
E quando há regras, não sabe ler.

Não sou enfim,
Aquele que gostaria de ser.

Sou assim,
O ser humano sem razão.
O que precisa de perdão.

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